COIMBRA<br> Aumento da água deve ser revisto
O aumento de 12,5% do tarifário da água, decidido no dia 15 de Dezembro pela Câmara Municipal de Coimbra, levanta «legítimas suspeitas» à Comissão Concelhia de Coimbra do PCP, que defende a sua pronta revisão.
Segundo os comunistas, para além de atingir milhares de famílias de baixos rendimentos, esta decisão «lamentável» e «injusta» assenta num conjunto de imposições – desde a proibição dos municípios acederem aos fundos comunitários para os investimentos «em alta», até à actual proibição de recurso ao crédito – e pretende sustentar-se em dados técnicos sobre projecções de tarifários nunca apresentados aos vereadores e membros da Assembleia Municipal em 2003.
Também ao pretender legitimar este aumento com o argumento «de que devem ser os actuais consumidores a pagar os investimentos de extensão da rede de saneamento das zonas não servidas do município, a Câmara está a violar a própria definição legal de tarifa, que é o preço cobrado pelo serviço prestado!
Por último, esta decisão agrava valores de tarifa «especialmente penalizadores para aqueles que ainda não têm saneamento e se vêem obrigados a recorrer ao serviço de vazamento de fossas sépticas.
Segundo os comunistas, para além de atingir milhares de famílias de baixos rendimentos, esta decisão «lamentável» e «injusta» assenta num conjunto de imposições – desde a proibição dos municípios acederem aos fundos comunitários para os investimentos «em alta», até à actual proibição de recurso ao crédito – e pretende sustentar-se em dados técnicos sobre projecções de tarifários nunca apresentados aos vereadores e membros da Assembleia Municipal em 2003.
Também ao pretender legitimar este aumento com o argumento «de que devem ser os actuais consumidores a pagar os investimentos de extensão da rede de saneamento das zonas não servidas do município, a Câmara está a violar a própria definição legal de tarifa, que é o preço cobrado pelo serviço prestado!
Por último, esta decisão agrava valores de tarifa «especialmente penalizadores para aqueles que ainda não têm saneamento e se vêem obrigados a recorrer ao serviço de vazamento de fossas sépticas.